Notícias

12.01.2018

Aprenda Japonês no Templo: Matrículas abertas

Este curso tem como objetivo iniciar o ensino da língua japonesa para os que estão interessados em conhecer o idioma e a cultura oriental, primando desenvolver as quatro habilidades linguísticas com foco inicial na alfabetização.

A aula segue método expositivo, com auxílio de materiais diversos previamente selecionados pelo professor.

Carga horária:

Turma 1: 2a e 4a (de 7 de março a 30 de maio) – 12h10 às 13h50
Turma 2: 3a e 5a (de 8 março a 31 de maio) –  18h40 às 20h30
Serão oferecidas 10 vagas por turma, sendo necessário mínimo de 5 alunos para confirmação da turma.

O curso é indicado para participantes a partir de 10 anos.

Valor e Forma de Pagamento
R$ 70,00 (setenta reais) de matrícula + R$ 840,00 (oitocentos e quarenta reais) do módulo = R$ 910,00
Formas de Pagamento:

  • À vista: 10% de desconto no módulo: R$ 756 + R$ 70,00 da matrícula = R$ 826,00
  • Parcelamento: 1 cheque de R$ 350,00 (incluindo a matrícula) + 2 cheques de R$ 280,00

As inscrições serão realizadas presencialmente na secretaria do Templo Budista nos seguintes horários: Segunda à sexta de 8h30 às 13h e de 16h30 às 20h.

22.12.2017

Cerimônia das 108 Badaladas 2017-2018!

Vamos encerrar mais um ano juntos e em harmonia, com toda a comunidade do Templo Shin Budista de Brasília, na já tradicional cerimônia das 108 badaladas da Virada do Ano! Além da prática da meditação recitada e contemplativa na nave, todos são convidados para tocar o Grande Sino Bonshô, agradecer pelo ano que passou e comemorar junto de amigos e família pelas novas oportunidades do próximo ano!

Sabe qual é o significado do evento?

Renovamos nossas esperanças para o ano novo, tomando consciência das 108 ilusões (bonnô) que podem dar sentido próprio ou impróprio à vida. Ilusões inevitáveis que advém dos nossos seis órgãos indicadores de vida: audição, visão, olfato, paladar, tato e pensamento. Cada órgão nos provoca três sensações diferentes: gostar, não gostar e indiferença. Posso gostar, não gostar ou ser indiferente a uma música, a uma paisagem, a um odor, a um sabor, a um toque ou a uma ideia. Assim, 6 × 3 = 18 sensações. Individualmente, desenvolvemos em relação a cada sensação dois sentimentos – de apego ou de rejeição – gostando, não gostando ou sendo indiferentes.  Pois bem, 18 × 2 = 36. E os apegos e rejeições não se referem só ao presente, mas também ao passado e ao futuro.  Assim, 36 × 3 = 108! E desta forma, tocamos 108 vezes o sino!

Informações sobre a Cerimônia

Data: Dia 31/12
Horário: A partir das 20h
20:00Cerimônia de Agradecimento
Logo em seguida, todos são convidados ao Grande Sino para tocar as 108 badaladas.
Local: Templo Shin Budista de Brasília (Área Especial 315/316 Sul Lote 5 Brasilia – DF)
Teremos uma ceia colaborativa durante o evento! Convidamos a todos que tragam um prato doce ou salgado para compartilhar com nossa comunidade, em um gesto de amizade e união.
GRATUITO: o evento é gratuito e todos são bem vindos. O Templo agradece toda a ajuda e doações voluntárias da comunidade que frequenta os eventos e participa das rotinas semanais. É através das doações que podemos continuar funcionando e acolhendo a todos indistintamente.

18.12.2017

Avisos e Recesso

Grupo de Meditação das quartas-feiras:

O grupo encerrou suas atividades e retorna no no dia 3/1/2018.

Horário especial da secretaria:

Até o dia 22, a secretaria estará funcionando unicamente entre as 8:30 até às 13:30

Recesso:

As atividades administrativas do Templo estarão de recesso entre os dias 23/12 até o dia 2/1/2018.

Visitas Guiadas:

Nosso guia está de recesso e as visitas retornam no dia 5/1/2018.

108 Badaladas

A tradicional cerimônia do Templo ocorrerá no dia 31 de dezembro. Teremos informações em breve aqui no site.
Agradecemos sua atenção e desde já desejamos a todos Boas Festas!

29.11.2017

Curso Meditação Recitada (início em 16/12)

O Templo Shin Budista de Brasília recebe, entre os dias 16 e 20 de dezembro, o monge japonês Katata, guitarrista e metaleiro, para uma aula pública e um curso com aulas práticas e teóricas sobre a meditação recitada e os cantos do Shin-Budismo.

Curso Meditação Recitada: a beleza, o significado e a atualidade dos Cantos do Shin-Budismo

Curso Canto e Etiqueta Budistas
Quando? Do dia 16 ao dia 20 de Dezembro
Contribuição: R$ 280.
Vagas limitadas para inscritos.
Horários das aulas:
Sábado (16/12) 8:00 às 12:00 Prática no Ofício Budista e Palestra Introdutória do Monge Sato
Sábado (16/12) 15h às 17h Aula Inaugural e Aberta à Comunidade de Brasília com o monge Katata (GRATUITA)
Domingo (17/12) 8:00 às 12:00 Prática no Ofício Budista
Domingo (17/12) 14:30 às 17:30 Aula sobre ritualística
Segunda a Quarta (18 a 20/12) 19:30 às 21:30 Aulas de canto e meditação recitada
Total: 20 horas
Faça sua pré-inscrição no link a seguir: https://goo.gl/forms/kJ8Q5CkSSQmbBsSg1

As vagas para o curso são limitadas e as inscrições vão até o dia 12/12.

Sobre Guenyuu Katata

O monge Katata nasceu em 1977, no Japão, na Província de Shiga, na cidade de Otsu, no Templo Shoukaku, que existe há vários séculos. Ordenou-se como monge em 1993 e tornou-se missionário pleno em 2000. Ele é formado em Sociologia pela Universidade de Ryukoku, Kyoto e no Brasil foi o monge responsável em Presidente Prudente, São Paulo e, hoje, exerce essa função em Londrina. O monge toca guitarra e é amante da música brasileira desde samba, bossa nova e rock.

 

28.11.2017

Convite: Limpeza Anual do Templo (9/12)

No fim do ano, o grande ritual japonês de limpeza é chamado de O-souji. O é um honorífico, uma deferência a alguém muito especial.  Então, muito prazer, “senhor ou senhora limpeza!”.  Sou significa varrer e ji, remover, mas na linguagem budista, souji significa “varrer os obstáculos”.  Portanto, souji não é atividade mecânica qualquer, é olhar para si e olhar para o seu redor, é um instante de felicidade no cotidiano, em que conseguimos perceber a pureza em meio à sujeira. Souji é  um instante de sabedoria.” — Monja Cris E-gen

Leia o texto que a Monja escreveu sobre a limpeza do Templo na íntegra aqui: Varrendo Por Uma Terra Pura

Anualmente, o Templo conta com a ajuda de pessoas voluntárias para ajudar na sua limpeza. É mais do que passar poucas horas do seu sábado fazendo trabalho doméstico, como varrer ou lavar o chão: é um ritual de limpeza, O-souji.
Quando? Dia 9/12
Horário: a partir das 8:30 no Templo Shin Budista de Brasília
Quem pode vir? Todos são bem vindos, mesmo aqueles que nunca tiveram contato com o Templo.
Há pausa para um lanche e sorteios de brindes em agradecimento àqueles que nos ajudaram!

Confirme sua presença na Limpeza >>> https://goo.gl/forms/Yb8Fa4QbOgBnTnGN2

Para entender um pouco mais do ritual, recomendamos fortemente a leitura do texto escrito pela Monja Cris E-gen e publicado aqui no site.

 

28.11.2017

Varrendo por uma Terra Pura

A amiga do Zen Budismo, Rachel Kyo Hô, está no Japão, fazendo treinamento num monastério. Ela ainda não é monja e está feliz da vida. Recentemente escreveu no Facebook sobre a importância da vassoura apelidada de Preciosa e disse “ Já chorei com a Preciosa, já sorri com a Preciosa, já dancei com a Preciosa, já sentei com a Preciosa”. Muitos de vocês já esboçam um sorriso, afinal vassouras e mulheres combinam, mas a limpeza no Budismo desconhece gênero, classe social e outras discriminações. Então você pergunta com curiosidade: por que essa moça de classe média, que deve ter estudado tanto sobre Budismo, acabou por conhecer a felicidade com uma…vassoura?

Na cultura japonesa, a limpeza é considerada não só um trabalho braçal ou inferior. Ao contrário, nas escolas, as crianças aprendem a limpar e servir antes do ensino formal. Fazem faxina, servem as refeições, lavam os pratos, aprendendo desde cedo a colaborar, trabalhar juntos, ajudar, experimentando numa escala microscópica, tudo aquilo que mais tarde será vivenciado numa escala maior, no cotidiano do trabalho, da família, dos estudos, da política e da economia. Aprendem sobretudo o valor dos relacionamentos, porque limpeza é trabalho de comunidade. Aquela frase simples que ouvimos principalmente de nossos avós “a escola é a vida” é aprendida pelas crianças japonesas desde cedo.

No fim do ano, o grande ritual japonês de limpeza é chamado de O-souji. O é um honorífico, uma deferência a alguém muito especial. Então, muito prazer, “senhor ou senhora limpeza!”. Sou significa varrer e ji, remover, mas na linguagem budista, souji significa “varrer os obstáculos”. Portanto, souji não é atividade mecânica qualquer, é olhar para si e olhar para o seu redor, é um instante de felicidade no cotidiano, em que conseguimos perceber a pureza em meio à sujeira. Souji é um instante de sabedoria.

O Buda Shakyamuni fala de um discípulo, Cudapanthaka, que era muito limitado e recebeu uma instrução especial para se dedicar por toda a vida à limpeza. Assim ele chegou à sabedoria perfeita, que chamamos de iluminação, mas isso não quer dizer que só as pessoas inferiores se dedicam à limpeza. No Japão, grandes mestres da Cerimônia do Chá iniciam os trabalhos pela limpeza e no nosso Templo da Terra Pura, você pode sempre ver o experiente Sensei Nargel, professor de Karatê no Templo, de forma solitária, passando o rodo no tatame, quando ninguém está vendo. Por que eles ainda fazem isso, quando poderiam contar com a ajuda ansiosa dos discípulos?

Muitas pessoas de boa formação intelectual chegam ao Templo e perguntam: “O que posso ler sobre budismo?”. A minha vontade sempre é lhes dar uma preciosa vassoura. Por que isso? No Budismo dizemos que a sabedoria não vem só da apreensão intelectual da vida. É preciso que o ensinamento se manifeste na vida. Se você apenas lê, vai alcançar um entendimento superficial, de ordem meramente intelectual. Por isso, os rituais são tão importantes: oferecemos incenso e flores, fazemos reverências, meditamos e recitamos, fazemos limpeza. Sim, a limpeza é um ritual! E o que caracteriza esses preciosos rituais é que eles são acessíveis a todos. É por isso que, ao final do ano, não só a comunidade budista como a vizinhança e toda Brasília vêm ao Templo para se encontrar com o aprendizado da limpeza. Intelectuais, donas de casa, funcionários do Templo, voluntários da quermesse, entre outros, encontram-se com os budistas para aprender na “escola do Templo” o que é a vida.

Exercitamos diariamente a utopia de uma sangha Terra Pura em Brasília, mexendo a vassoura para purificar a sujeira do templo, do país, de todo o planeta. Não estranhe se você ouvir alguém alegremente empunhando uma vassoura e recitando o Namandabu. É alguém que está naturalmente na presença do Buda Amida e de todos os Budas, sentindo-se inteiro e pleno junto com todos os seres.

É isso aí, Rachel-san. Namandabu!

Texto por Monja Cris E-gen.

09.11.2017

Yoga com meditação para crianças no Templo

O Templo está oferecendo a prática de yoga aliada à meditação para crianças sob a orientação da professora Marcelle Lago.
Quando? Terças e Quintas
Horários: 17:00 às 17:30 (faixa etária da turma: 3 a 6 anos)
17:30 às 18:00 (faixa etária da turma: 7 a 12 anos)
Matrícula: R$35,00
Mensalidade: R$90,00
Início: 14/11

03.11.2017

Questionando O Modo de Vida

Sofremos, hoje.
Quando Sidarta Gautama vivia há 2.500 anos, não haviam inventado os equipamentos para o ser humano ampliar a sua capacidade sensorial como telescópios e microscópios e nem se falava na teoria do Big Bang. Não existiam meios de comunicação instantânea à distância e a sociedade estava estruturada em castas irremovíveis como se fossem fixas pelo destino.
Mas a humanidade já sofria.
Sidarta se torna Buda Shakyamuni quando se dá conta de que o sofrimento é sinal de vida. Se não estivéssemos vivos, não estaríamos sofrendo e a vida é a mudança, é a evolução, é a impermanência de tudo, de todos os seres e de todos os fenômenos. O sofrimento também é impermanente. Podemos dele nos livrar se entendermos o nosso eu como Não-Eu, ou seja, que somos interdependentes socialmente e compostos celulares-energéticos pessoalmente.
Como podemos ter então a noção de felicidade?
No próprio cotidiano da vida: visão do mundo, pensamento sobre a vida, atividade que desenvolve, comunicação com os outros, sua própria atenção, concentração, esforço e modo de vida.
Assim, não adianta questionar sobre a vida e o sofrimento, pois são sinônimos equivalentes. Pode-se questionar o nosso modo de vida, mas isso também é difícil o que nos leva a questionar o modo de vida dos outros.
Com o avanço da ciência e tecnologia, especialmente dos meios de comunicação, temos acesso às informações dispersas de forma instantânea. As castas não são fixas, a democracia é o regime vigente e as disputas de poder político ficam escancaradas. O mercado parece disponível para todos desde que tenham poder aquisitivo. O dinheiro passa a ser o bem mais valioso.
Criticamos e nos decepcionamos com os outros quando os descobrimos como não portadores das virtudes da sinceridade, honestidade e integridade, mas também ficamos constrangidos com vergonha e até nos sentindo culpados porque essas qualidades não estão presentes o tempo todo em si próprio.
Daí a dificuldade da autocrítica, observar com sinceridade, honestidade e integridade o próprio comportamento.
Proponho então questionar o modo de vida dos nossos filhos e dos nossos netos.
Não questionar para cobrar-lhes, até porque você pode ainda não os ter, mas meditando com atenção, concentração e esforço.
Devemos amá-los, mas com a consciência de que eles são o resultado do nosso modo de vida, são decorrência do nosso comportamento até então.
Isto, mas para ficar constrangido, com vergonha ou culpado?
Buda revolucionou a cultura do destino pré-determinado que sustentava as castas por séculos e séculos com o despertar da consciência de que carma é ação, tanto para dentro como para fora.
Para dentro, entender as razões do próprio comportamento para poder mudá-lo. Para fora, atuando sobre as condições sociais, ambientais e políticas que nos afastam da solidariedade, do amor e da criação coletiva.
Podemos sofrer menos. Nossos filhos e netos merecem sofrer menos.
Sejamos felizes. Isso é possível.
Video: o artista japonês Segawa criou uma série para Nec La Vie Technology, imaginando o Japão do século XVII digital

31.10.2017

Última Turma de 2017: Introdução ao Budismo com Meditação (Nível 2)

O último curso de Introdução ao Budismo com Meditação (Nível 2) começará no dia 7/11 e ainda há vagas para a turma.
Datas dos encontros: 7/11, 14/11, 21/11, 28/11, 05/12, 12/12.
Valor: R$280,00. Inscrições em nossa secretaria.

31.10.2017

Encontros Shoshingue: Prática do Nembutsu

Quatro encontros da Sangha com ênfase na prática do Nembutsu (Namandabu).

Os encontros terão início no próximo sábado (4/11), após o ofício budista, das 11:15 até às 12:30.
A orientação de todos os encontros é dirigida pela monja Cris E-gen e as vagas limitadas (20 pessoas por turma).

As datas serão: 4/11, 11/11, 18/11 e 25/11. Pedimos que programem-se com cuidado para não perder dias de aulas, pois o tempo dos encontros é curto e precioso.

Faça sua inscrição gratuita em nossa secretaria.

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