Cerimônias

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Casamento (Kekkonshiki)

 

 

A celebração do casamento é um evento que marca a vida dos noivos e seus familiares

A cerimônia de casamento budista é uma mistura das tradições japonesas e brasileira. Novos rituais foram introduzidos e alterados, como uso do vestido de noiva, a troca de alianças, além da presença de padrinhos e madrinhas. Essa interação torna o casamento budista muito flexível, adaptado às necessidades e aspirações do casal.

A cerimônia tradicional se inicia com 10 toques do sino grande (bonshô) e a entrada dos noivos, que se posicionam na frente do altar do Buda Amida. Os pais e padrinhos se posicionam na lateral do altar. O oficiante reverencia o Buda, na recitação do sutra Sanbujô. O casal também recita um sutra, oferece incenso e troca alianças e nenjus (rosários budistas). Pode ser feito opcionalmente o ritual de oferecimento de saquê.  Ao final, o casal lê os votos de casamento, que é feito em conjunto com o Monge, e junto com os pais e padrinhos assinam o Livro.

A cerimônia no Templo privilegia a naturalidade e espontaneidade da união, convidando o casal a participar plenamente na cerimônia, seja na redação conjunta dos votos com o Monge e na meditação prévia sobre o significado da união em suas vidas.

Pode-se ainda realizar a festa no salão de 260m2, reformado especialmente, com ampla estrutura para buffet e cozinha de 100m2 equipada para festas. Tudo isso envolvido pelo ambiente tranqüilo e harmônico do jardim do Templo.

O monge também pode ser requisitado para participar das cerimônias em outros locais fora do Templo.

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Apresentação da Criança ao Buda e à comunidade (Shosanshiki)

 

Ao trazer a criança à presença do Buda e da comunidade, os pais fazem um voto de nutrir a criança no caminho espiritual budista até que ela tenha consciência para escolher o seu próprio caminho. Por isso, falamos em apresentação, e não batismo, enfatizando as características de livre arbítrio e autonomia que caracterizam a futura opção religiosa (ou não) da criança. Ao mesmo tempo, os valores e ensinamentos que a criança receberá permanecerão por toda a vida.

A cerimônia pode ser privada ou durante o ofício com a presença da comunidade.

Os pés e as mãos da criança são carimbados em um documento entregue aos pais como lembrança desse momento tão significativo.

 

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Iniciação ou Tomada de Refúgio nos Três Tesouros (Kykyoshiki)

 

A iniciação, informalmente denominada de auto-apresentação ao Buda, é uma cerimônia solene e segue uma tradição milenar.

Homens, mulheres e crianças que querem seguir uma vida guiada pelos princípios budistas são convidados a se unir a tantos outros seguidores com as mesmas aspirações.

A cerimônia é realizada em frente ao altar do Buda Amida. Após as leituras dos votos da Tomada de Refúgio é feito, simbolicamente, o rito que remete ao ato de raspar a cabeça, tal como era feito na época do próprio Buda.

Ao tomar refúgio nos Três Tesouros: A Luz do Buda, Os Ensinamentos do Darma e a Fraternidade da Sanga ou comunidade budista, a pessoa recebe seu nome búdico, ou homyo, confirmando assim seu ingresso no Caminho do Nembutsu.

Após a Cerimônia, o Monge se reúne com os iniciados para uma reflexão conjunta sobre o significado do Nome Búdico de cada um.

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Agradecimento especial ao Buda

 

Todo momento pode ser especial. Quando as pessoas são capazes de encarar a vida de forma mais consciente despertam para o agradecimento, para o reconhecimento do viver plenamente o aqui e agora.

No Shin Budismo, os praticantes podem solicitar um ofício para expressar sua profunda gratidão por alguma ocasião importante, seja ela a inauguração de um novo lar, formaturas, bodas ou aniversários por exemplo.

 

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Inauguração do altar em casa – Nyubutsu Hôyo

 

Esta é a cerimônia de entrada do Buda Amida em nossa casa e inspira um profundo sentido espiritual. A orientação do Buda aprofunda a nossa compreensão do cotidiano e nos desperta para as condições que sustentam a nossa vida.

Ao contrário da cerimônia de iniciação, que expressa uma determinação individual e íntima, a entrada do Buda Amida em nossa casa representa um ato aberto de escolha espiritual e de compromisso social assumido.

Nossa casa também passa a ser a casa do Buda Amida e isto representa um ato de coragem diante de uma sociedade em que o budismo não prevalece. Pode ser uma oportunidade não só de manifestar o nosso compromisso, como também estabelecer um diálogo verdadeiro e harmonioso com as diferentes orientações dentro de nossa própria família.

Como o ensinamento é o cerne da nossa vida diária, o altar deve ser colocado num local central e de fácil acesso. Pode-se ainda colocar a vela (no lado direito) e as flores (no lado esquerdo), ou alguma oferenda, como arroz ou frutas. O mais importante é  o que a presença do Buda em nossa casa pode irradiar para a nossa vida, dos que  nos rodeiam e de toda a sociedade.

Pode-se requisitar a presença do monge para o ritual básico de recitação e meditação, com oferecimento de incenso.

 

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Espiritualidade Budista na Morte

 

Prática de rememoração de nossos antepassados

Homenagear os antepassados é um rito tradicional das famílias japonesas, que vem sendo adotado, transformado e renovado pela sanga brasileira. O significado de nos lembrarmos de nossos pais, familiares e amigos nos dá uma oportunidade para meditar sobre a impermanência, a nossa realidade em fluxo contínuo de mudança e instabilidade, e a interdependência, de que todos dependemos uns dos outros e precisamos desse elo para que a nossa vida seja plena.

No primeiro sábado de cada mês é realizado um ofício-meditação em que nos lembramos  dos falecidos.

Os participantes podem solicitar ao Monge a escrita, no caderno reservado aos falecidos, do nome do amigo ou familiar a ser homenageado, no mês do falecimento.

Podem-se ainda ser oferecidos frutas e flores ao Buda.

 

Cerimônia de Falecimento – Soshiki, Sogui

A perda de um ente querido é um momento muito sensível na vida de cada um de nós.

Em ocasiões tão difíceis, o Templo Budista dá todo o apoio necessário à família.

Realizado na residência ou no templo, o ofício consiste de uma série de rituais que iniciam com a designação do nome búdico, caso ainda não se tenha recebido na cerimônia especial de iniciação. Normalmente canta-se em conjunto o Shoshingue – o texto que sintetiza os ensinamentos do Shin Budismo. Os familiares e a comunidade presentes fazem o incensamento. Após as palavras de acolhimento à família e amigos, o Monge oficiante profere as palavras do Darma.

O corpo é levado para ser cremado ou sepultado. Nesse momento faz-se um breve rito antes da despedida final e lê-se então a carta do Mestre Rennyo chamada “Cinzas Brancas”.

Ofício Memorial da Família – Hoji

Em que consiste a vida?

O Ofício Memorial é um momento de agradecimento ao falecido não só por tudo que ele representou na vida de cada um, mas também pela oportunidade de refletirmos profundamente sobre essa pergunta.

Familiares, parentes e amigos reúnem-se para cantar sutras, oferecer incenso ao Buda e ouvir os ensinamentos.

O primeiro desses ofícios é realizado no sétimo dia após o falecimento. Tradicionalmente era repetido a cada sete dias até o quadragésimo nono dia, mas hoje só se realiza esse último.

Também faz parte da tradição realizar ofícios memoriais nos aniversários de falecimento do primeiro, terceiro, sétimo, décimo terceiro, vigésimo quinto, trigésimo terceiro e quinquagésimo ano.

Nessas ocasiões, é usual a família oferecer uma recepção aos presentes.

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Fim de Ano

 

 

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