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28.11.2017

Convite: Limpeza Anual do Templo (9/12)

No fim do ano, o grande ritual japonês de limpeza é chamado de O-souji. O é um honorífico, uma deferência a alguém muito especial.  Então, muito prazer, “senhor ou senhora limpeza!”.  Sou significa varrer e ji, remover, mas na linguagem budista, souji significa “varrer os obstáculos”.  Portanto, souji não é atividade mecânica qualquer, é olhar para si e olhar para o seu redor, é um instante de felicidade no cotidiano, em que conseguimos perceber a pureza em meio à sujeira. Souji é  um instante de sabedoria.” — Monja Cris E-gen

Leia o texto que a Monja escreveu sobre a limpeza do Templo na íntegra aqui: Varrendo Por Uma Terra Pura

Anualmente, o Templo conta com a ajuda de pessoas voluntárias para ajudar na sua limpeza. É mais do que passar poucas horas do seu sábado fazendo trabalho doméstico, como varrer ou lavar o chão: é um ritual de limpeza, O-souji.
Quando? Dia 9/12
Horário: a partir das 8:30 no Templo Shin Budista de Brasília
Quem pode vir? Todos são bem vindos, mesmo aqueles que nunca tiveram contato com o Templo.
Há pausa para um lanche e sorteios de brindes em agradecimento àqueles que nos ajudaram!

Confirme sua presença na Limpeza >>> https://goo.gl/forms/Yb8Fa4QbOgBnTnGN2

Para entender um pouco mais do ritual, recomendamos fortemente a leitura do texto escrito pela Monja Cris E-gen e publicado aqui no site.

 

28.11.2017

Varrendo por uma Terra Pura

A amiga do Zen Budismo, Rachel Kyo Hô, está no Japão, fazendo treinamento num monastério. Ela ainda não é monja e está feliz da vida. Recentemente escreveu no Facebook sobre a importância da vassoura apelidada de Preciosa e disse “ Já chorei com a Preciosa, já sorri com a Preciosa, já dancei com a Preciosa, já sentei com a Preciosa”. Muitos de vocês já esboçam um sorriso, afinal vassouras e mulheres combinam, mas a limpeza no Budismo desconhece gênero, classe social e outras discriminações. Então você pergunta com curiosidade: por que essa moça de classe média, que deve ter estudado tanto sobre Budismo, acabou por conhecer a felicidade com uma…vassoura?

Na cultura japonesa, a limpeza é considerada não só um trabalho braçal ou inferior. Ao contrário, nas escolas, as crianças aprendem a limpar e servir antes do ensino formal. Fazem faxina, servem as refeições, lavam os pratos, aprendendo desde cedo a colaborar, trabalhar juntos, ajudar, experimentando numa escala microscópica, tudo aquilo que mais tarde será vivenciado numa escala maior, no cotidiano do trabalho, da família, dos estudos, da política e da economia. Aprendem sobretudo o valor dos relacionamentos, porque limpeza é trabalho de comunidade. Aquela frase simples que ouvimos principalmente de nossos avós “a escola é a vida” é aprendida pelas crianças japonesas desde cedo.

No fim do ano, o grande ritual japonês de limpeza é chamado de O-souji. O é um honorífico, uma deferência a alguém muito especial. Então, muito prazer, “senhor ou senhora limpeza!”. Sou significa varrer e ji, remover, mas na linguagem budista, souji significa “varrer os obstáculos”. Portanto, souji não é atividade mecânica qualquer, é olhar para si e olhar para o seu redor, é um instante de felicidade no cotidiano, em que conseguimos perceber a pureza em meio à sujeira. Souji é um instante de sabedoria.

O Buda Shakyamuni fala de um discípulo, Cudapanthaka, que era muito limitado e recebeu uma instrução especial para se dedicar por toda a vida à limpeza. Assim ele chegou à sabedoria perfeita, que chamamos de iluminação, mas isso não quer dizer que só as pessoas inferiores se dedicam à limpeza. No Japão, grandes mestres da Cerimônia do Chá iniciam os trabalhos pela limpeza e no nosso Templo da Terra Pura, você pode sempre ver o experiente Sensei Nargel, professor de Karatê no Templo, de forma solitária, passando o rodo no tatame, quando ninguém está vendo. Por que eles ainda fazem isso, quando poderiam contar com a ajuda ansiosa dos discípulos?

Muitas pessoas de boa formação intelectual chegam ao Templo e perguntam: “O que posso ler sobre budismo?”. A minha vontade sempre é lhes dar uma preciosa vassoura. Por que isso? No Budismo dizemos que a sabedoria não vem só da apreensão intelectual da vida. É preciso que o ensinamento se manifeste na vida. Se você apenas lê, vai alcançar um entendimento superficial, de ordem meramente intelectual. Por isso, os rituais são tão importantes: oferecemos incenso e flores, fazemos reverências, meditamos e recitamos, fazemos limpeza. Sim, a limpeza é um ritual! E o que caracteriza esses preciosos rituais é que eles são acessíveis a todos. É por isso que, ao final do ano, não só a comunidade budista como a vizinhança e toda Brasília vêm ao Templo para se encontrar com o aprendizado da limpeza. Intelectuais, donas de casa, funcionários do Templo, voluntários da quermesse, entre outros, encontram-se com os budistas para aprender na “escola do Templo” o que é a vida.

Exercitamos diariamente a utopia de uma sangha Terra Pura em Brasília, mexendo a vassoura para purificar a sujeira do templo, do país, de todo o planeta. Não estranhe se você ouvir alguém alegremente empunhando uma vassoura e recitando o Namandabu. É alguém que está naturalmente na presença do Buda Amida e de todos os Budas, sentindo-se inteiro e pleno junto com todos os seres.

É isso aí, Rachel-san. Namandabu!

Texto por Monja Cris E-gen.

09.11.2017

Yoga com meditação para crianças no Templo

O Templo está oferecendo a prática de yoga aliada à meditação para crianças sob a orientação da professora Marcelle Lago.
Quando? Terças e Quintas
Horários: 17:00 às 17:30 (faixa etária da turma: 3 a 6 anos)
17:30 às 18:00 (faixa etária da turma: 7 a 12 anos)
Matrícula: R$35,00
Mensalidade: R$90,00
Início: 14/11

03.11.2017

Questionando O Modo de Vida

Sofremos, hoje.
Quando Sidarta Gautama vivia há 2.500 anos, não haviam inventado os equipamentos para o ser humano ampliar a sua capacidade sensorial como telescópios e microscópios e nem se falava na teoria do Big Bang. Não existiam meios de comunicação instantânea à distância e a sociedade estava estruturada em castas irremovíveis como se fossem fixas pelo destino.
Mas a humanidade já sofria.
Sidarta se torna Buda Shakyamuni quando se dá conta de que o sofrimento é sinal de vida. Se não estivéssemos vivos, não estaríamos sofrendo e a vida é a mudança, é a evolução, é a impermanência de tudo, de todos os seres e de todos os fenômenos. O sofrimento também é impermanente. Podemos dele nos livrar se entendermos o nosso eu como Não-Eu, ou seja, que somos interdependentes socialmente e compostos celulares-energéticos pessoalmente.
Como podemos ter então a noção de felicidade?
No próprio cotidiano da vida: visão do mundo, pensamento sobre a vida, atividade que desenvolve, comunicação com os outros, sua própria atenção, concentração, esforço e modo de vida.
Assim, não adianta questionar sobre a vida e o sofrimento, pois são sinônimos equivalentes. Pode-se questionar o nosso modo de vida, mas isso também é difícil o que nos leva a questionar o modo de vida dos outros.
Com o avanço da ciência e tecnologia, especialmente dos meios de comunicação, temos acesso às informações dispersas de forma instantânea. As castas não são fixas, a democracia é o regime vigente e as disputas de poder político ficam escancaradas. O mercado parece disponível para todos desde que tenham poder aquisitivo. O dinheiro passa a ser o bem mais valioso.
Criticamos e nos decepcionamos com os outros quando os descobrimos como não portadores das virtudes da sinceridade, honestidade e integridade, mas também ficamos constrangidos com vergonha e até nos sentindo culpados porque essas qualidades não estão presentes o tempo todo em si próprio.
Daí a dificuldade da autocrítica, observar com sinceridade, honestidade e integridade o próprio comportamento.
Proponho então questionar o modo de vida dos nossos filhos e dos nossos netos.
Não questionar para cobrar-lhes, até porque você pode ainda não os ter, mas meditando com atenção, concentração e esforço.
Devemos amá-los, mas com a consciência de que eles são o resultado do nosso modo de vida, são decorrência do nosso comportamento até então.
Isto, mas para ficar constrangido, com vergonha ou culpado?
Buda revolucionou a cultura do destino pré-determinado que sustentava as castas por séculos e séculos com o despertar da consciência de que carma é ação, tanto para dentro como para fora.
Para dentro, entender as razões do próprio comportamento para poder mudá-lo. Para fora, atuando sobre as condições sociais, ambientais e políticas que nos afastam da solidariedade, do amor e da criação coletiva.
Podemos sofrer menos. Nossos filhos e netos merecem sofrer menos.
Sejamos felizes. Isso é possível.
Video: o artista japonês Segawa criou uma série para Nec La Vie Technology, imaginando o Japão do século XVII digital

31.10.2017

Última Turma de 2017: Introdução ao Budismo com Meditação (Nível 2)

O último curso de Introdução ao Budismo com Meditação (Nível 2) começará no dia 7/11 e ainda há vagas para a turma.
Datas dos encontros: 7/11, 14/11, 21/11, 28/11, 05/12, 12/12.
Valor: R$280,00. Inscrições em nossa secretaria.

31.10.2017

Encontros Shoshingue: Prática do Nembutsu

Quatro encontros da Sangha com ênfase na prática do Nembutsu (Namandabu).

Os encontros terão início no próximo sábado (4/11), após o ofício budista, das 11:15 até às 12:30.
A orientação de todos os encontros é dirigida pela monja Cris E-gen e as vagas limitadas (20 pessoas por turma).

As datas serão: 4/11, 11/11, 18/11 e 25/11. Pedimos que programem-se com cuidado para não perder dias de aulas, pois o tempo dos encontros é curto e precioso.

Faça sua inscrição gratuita em nossa secretaria.

24.10.2017

Vida não termina com morte

Texto do Monge Sato publicado em sua página no facebook — http://facebook.com/satomonge

Podemos viver reclamando da vida, mas todos têm medo da morte, mesmo por curiosidade.

Também é inegável que guardamos lembrança de alguém que morreu, próximo ou distante.

Eu me lembro do meu único irmão que era 5 anos mais novo e faleceu aos 30 anos, meus dois filhos que morreram antes dos 8 anos, meus pais com quem vivi mais de 50 anos, meus primos com quem passei a adolescência, meus tios que viviam em mundo diferente do meu e com quem aprendi muito, minha ex-mulher que conviveu comigo 40 anos passando pelas mesmas fases de vida familiar-profissional e sócio-política, meus amigos valiosos e memoráveis em várias etapas diferentes da minha vida.

Em situações especiais de vida, olhando-nos no espelho, viajando ou passando por locais em que estivemos juntos, pensamos neles compartilhando momentos de alegria e de tristeza, de sonhos e frustrações. Até de seres animais de estimação, nos lembramos.
Quando penso neles, em vez do medo da morte me surge a vontade de reencontrá-los. Onde eles estarão? Preciso morrer para vê-los e tocá-los como fazia quando vivos? Quando eu morrer, será que todos aqueles que gosto ou gostei em vida irão me visitar?

Me dou conta que a Vida não termina em Morte.

Hoje, na função de monge budista, tenho realizado enterros e ofícios fúnebres em situações diversas. Filhos que se despedem dos pais naturalmente mais velhos, seja em morte súbita ou após períodos de enfermidade. Pais que geralmente não esperam que os filhos morram antes, seja em acidente ou em doença. Os remanescentes reagem de várias formas, dependendo da própria personalidade, da situação objetiva e do tipo de convívio. Uns choram abertamente, outros choram ocultos, alguns encaram a situação nova com naturalidade ou ficam em estado de choque, nem conseguem chorar ou expressar os sentimentos.
As religiões fazem a religação com os mortos, mesmo para aqueles que não ligavam para Deus. Sabemos de casos em que cientistas e filósofos materialistas, se convertem a alguma religião na hora da morte. De pessoas que pareciam resolvidas emocionalmente, ficam muito atrapalhadas com a aproximação da morte por idade ou por doença. De mortes que trazem solidão e depressão, revolta e caos, resignação e apatia.

Pode ser outra coisa, mesmo para aqueles que acreditam em Deus no sentido monoteísta?

Posso falar do cristianismo que foi a minha formação religiosa em que há o conceito bipolar de julgamento das nossas ações em vida para ir ao inferno ou ao paraíso. Ora, as nossas ações nem sempre são de sabedoria e compaixão para merecer o paraíso, podemos estar praticando atos de ignorância e miserabilidade que nos conduzam ao inferno. Não teremos amigos só no paraíso ou só no inferno. E agora?
Existe o limbo, à espera do julgamento. Mas esta espera não seria o próprio inferno? Esta vida à espera da morte, não seria o próprio inferno?

No Budismo existe a Terra Pura após a morte que pode ser encontrada mesmo em vida, ser sentida, vista e tocada. Shin-Budismo é a concepção, o entendimento e a prática da Terra Pura pois a Vida não termina com a Morte.

É a interação da própria vontade de viver – jiriki (自力) – com a vontade de viver de todos – tariki (他力). Veremos como se dá isso.
( Ilustração: Mozneko )

21.10.2017

CONVERSÃO

Escrevo aos amigos, muitos virtuais que me acessam no ar, outros que me conheceram como monge budista e alguns que acompanham a minha trajetória há mais de 50 anos.
Na última semana, meditei muito sobre o “faz de conta”, tema que deve ter mexido com muita gente, até em função da crise existencial, institucional e ética que parece externa a nós. Faz de conta que existimos em busca da felicidade, faz de conta que seguimos a etiqueta social no melhor convívio com os outros, faz de conta que somos budistas de mente tranquila e mente confiante. O “faz de conta” não é fingimento, é o nosso modo de vida e de ser.
Se não há o “faz de conta”, não vivemos. Vivemos muito tempo, fazendo de conta que a terra é plana e o mundo gira em torno dela. Vivemos muito tempo sob domínio dos poderosos constituídos como reis, sacerdotes e guerreiros aceitos na etiqueta social e até na democracia moderna controlada por demagogos e corruptos, fazendo de conta que obedecer-lhes garante a paz social. Frequentamos templos e meditamos, fazendo de conta que somos espiritualistas a desprezar os bens materiais quando estamos buscando apenas momento de relaxamento.
Isso nos angustia e muitas vezes recorremos ao fundamentalismo que não nos permite o esforço e a prática da paciência, generosidade, tolerância, atenção plena, meditação e sabedoria. Ou ao liberalismo exacerbado em que tudo vale se é para o próprio bem, ainda que esse benefício seja individual e efêmero.
Eu me converti ao budismo há 25 anos, depois de ter sido católico ativo e marxista militante. Não reneguei sua doutrina ou sua prática. Não se trata de acreditar em deus ou na história. Foi encontrar-me com deus e com a história como ser humano que ama a si e aos outros.
Como ser humano, não sou perfeito no amor, mas posso ser sincero ao viver momentos de Terra Pura no cotidiano. Procuro cultivar a mente tranquila – ampla, aberta e criativa – e a mente confiante – serena, amorosa e generosa – para viver com firmeza e jovialidade e sempre em gratidão ao Outro, medito sobre a própria conduta para aceitar lampejos de sabedoria e compaixão como a Luz do Buda para tomar decisões optativas no Caminho da Bem- Aventurança e me dedico ao bem da sociedade que o respeito e auxílio mútuos me estimulam.
Assim foi a minha conversão, “fazendo de conta” que era budista, mas hoje não sei como estaria sem sê-lo.
Acreditei na sinceridade de mestres e instrutores e me juntei a eles no esforço de transmitir os méritos do Buda a todos os seres igualmente para que juntos despertemos a mente que busca a Iluminação para nascermos na Terra da Paz e da Bem-Aventurança.
Junte-se a nós.

Texto por Monge Sato, publicado originalmente em sua página no facebook — http://www.facebook.com/satomonge

02.10.2017

Convite — Palestra “Refletindo sobre o Espelho da Interdependência” 4 de Outubro

Vamos receber a visita do monge japonês Seishô Nakagawa, que vem especialmente ao Templo para dar a palestra “Refletindo sobre o Espelho da Interdependência”. CO Monge Nakagawa é um monge missionário japonês e terá tradução simultânea em português.

Quando? Dia 4/10 (quarta-feira),
Horário: às 19:30h
Tema: Refletindo sobre o Espelho da Interdependência
Evento gratuito

Pedimos para que confirme sua presença na palestra através do email templobudistadf@gmail.com ou no telefone 61 3245-2469.

26.09.2017

Práticas Budistas e Melhoria do Sono

Intervenções clínicas baseadas no budismo (IBB) podem ajudar no controle das desordens de ansiedade e das alterações do sono, como insônia, dificuldade de iniciar e/ou manter o sono. As IBB também melhoram o sentir-se bem psicologicamente, a função cognitiva e a capacidade de regulação das emoções, em populações adultas. O aumento do uso de práticas budistas associadas às questões de saúde pode dever-se a: migração transnacional com maior diversidade ética e cultural, orientação budista mais como filosofia que como ofício e dogmas, semelhança entre budismo e terapia cognitivo comportamental (TCC), novas intervenções para melhorar os resultados dos tratamentos psicoterápicos (que têm grande abandono), efeitos da meditação budista na neurofisiologia cerebral, prática espiritual melhorando a saúde psicológica, e divulgação internacional do budismo por Dalai Lama  e Thich Nhat Hanh.

Implementação clínica dos princípios e práticas budistas, focadas na sabedoria (redefinir o eu e a realidade), meditação (treinar e acalmar a mente) e consciência ética (disciplina com desenvolvimento de pensamentos e comportamentos construtivos relacionados a generosidade, paciência e compaixão), que estão presentes em qualquer prática budista das diferentes escolas.

Sabe-se que o desenvolvimento do desapego pode acarretar maiores níveis de atenção, aceitação, não reação, autocompaixão, sentir-se bem subjetivamente. Assim como a compreensão da impermanência também pode ajuda na melhora da resiliência, com aceitação da transitoriedade e a natureza preciosa da existência humana. Sabemos que os conceitos de não eu e vazio são complexos e difíceis de assimilação por nós ocidentais, mas a prática regular da meditação pode torna-los mais compreensíveis.

Objetivo do Curso: Fundamentado nos princípios da sabedoria, meditação e consciência ética, desenvolver práticas que cultivem a consciência ética, paciência (um estado além da esperança, medo e desejo de modificar o momento presente), generosidade (dedicação e doação incondicional), loving kindness= metta (desejo de que todos os seres tenham felicidade/desejos de bem estar para todos) e compaixão, bem como a familiarização dos conceitos de impermanência e vazio. Abordar e orientar pessoas com grau leve a moderado de estresse e queixas de alterações do sono como dificuldade para pegar no sono e despertar precoce pela manhã, com o objetivo de melhorarem o crescimento no agenciamento pessoal e a disposição para abandonar padrões comportamentais rígidos e repetitivos, com compreensão sobre a impermanência e o vazio e assim, melhorar a qualidade do sono e de vida. 

Método utilizado:

Quatro encontros, realizados 1 vez por semana, em grupo e com no máximo 15 pessoas, com 90 minutos de duração cada, assim distribuídos:

05 minutos: Relaxamento
20  minutos: Meditação conduzida
05 minutos: Chá
60 minutos: Roda de discussão

Conteúdo:

Primeiro encontro: discussão sumária sobre os conceitos do sono e estress.
Segundo encontro: correlação entre conceitos budistas e alterações do sono durante o envelhecimento.
Terceiro encontro: como intervir no cotidiano a partir de práticas budistas (sabedoria, meditação e consciência ética), para melhorar a qualidade do sono.
Quarto encontro: a prática e a compreensão da sabedoria, meditação e consciência ética, interferindo nos hábitos repetitivos.

Quando? 3/10, 10/10, 17/10 e 24/10
Horários: 19:30 às 21:00
Valor: R$140,00 (em cheque ou dinheiro)

O curso será conduzido pelo médico Carlos Viegas, especialista em medicina do sono.

As inscrições podem ser feitas presencialmente em nossa secretaria.

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